Sexta-feira, 22 de Julho de 2005

Poema de Pedro Homem de Melo

f180181.jpgElsa Mota Gomes (1000 Images)



Noite. Fundura. A treva


E mais doce talvez...


E uma ânsia de nudez


Sacode os filhos de Eva.








Não a nudez apenas


Dos corpos sofredores


Mas a das almas plenas


De indecisos amores.








A voz do sangue grita


E a das almas responde!


Labareda infinita


Que nas sombras se esconde.








Mas quase sem ruído,


Na carne ao abandono


O hálito do sono


Desce como um vestido...





publicado por Lumife às 17:10

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