Sexta-feira, 18 de Março de 2005

NATÁLIA CORREIA

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Açoreana, natural da Ilha de São Miguel, Natália de Oliveira Correia nasceu a 13 de Setembro de 1923.


Veio, ainda criança, estudar para Lisboa iniciando muito cedo a sua actividade literária. Figura importante da poesia portuguesa contemporânea, trabalha, também, a sua criatividade como ensaísta e romancista, passando pelo teatro e investigação literária.
Figura destacada da luta contra o fascismo, viu vários dos seus livros serem apreendidos pela censura, tendo sido condenada a três anos de prisão, com pena suspensa, por abuso de liberdade de imprensa.


Foi eleita depudada pelo Partido Social Democrata, passando depois a independente.
Colaborou com frequência em diversas publicações portuguesas e estrangeiras. A sua obra está traduzida em várias línguas.


Morre em Lisboa a 16 de Março de 1993.


Algumas obras importantes são:

Obras poéticas:


Rio de Nuvens (1947), Poemas (1955), Dimensão Encontrada (1957), Passaporte (1958), Comunicação (1959), Cântico do País Imerso (1961), O Vinho e a Lira (1966), Mátria (1968), As Maçãs de Orestes (1970), Mosca Iluminada (1972), O Anjo do Ocidente à Entrada do Ferro (1973), Poemas a Rebate (1975), Epístola aos Iamitas (1976), O Dilúvio e a Pomba (1979), Sonetos Românticos (1990), O Armistício (1985), O Sol das Noites e o Luar nos Dias (1993), Memória da Sombra (1994, com fotos de António Matos).


Ficção:


Anoiteceu no Bairro (1946), A Madona (1968), A Ilha de Circe (1983).


Teatro:


O Progresso de Édipo (1957), O Homúnculo (1965), O Encoberto (1969), Erros meus, má fortuna, amor ardente (1981), A Pécora (1983).


Ensaio:


Poesia de arte e realismo poético (1958), Uma estátua para Herodes (1974).


Obras várias:


Descobri que era Europeia (1951 - viagens), Não Percas a Rosa (1978 - diário), A questão académica de 1907 (1962), Antologia da Poesia Erótica e Satírica (1966), Cantares Galego-Portugueses (1970), Trovas de D. Dinis (1970), A Mulher (1973), O Surrealismo na Poesia Portuguesa (1973), Antologia da Poesia Portuguesa no Período Barroco (1982), A Ilha de São Nunca (1982).

publicado por Lumife às 02:33

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